A aparência sempre vestiu belos vestidos
E elegantes ternos;
Belos sapatos e finos saltos.
Cobre a pele feminina
E a masculina sem distinção;
É o túmulo muito bem caiado,
Que oculta o banquete dos vermes
E sua podridão;
É o camaleão que troca de cor
Conforme a ocasião;
É o casamento perdido
Que a sociedade impõe continuação;
É o rico falido que perdeu admiradores
E pelos salões mendiga atenção.
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