Creio não ser de paz,
Vivo combatendo a mim mesmo,
Hoje combato o que fui ontem,
Derrotado meu Eu passado,
Entrincheirado aguardo para combater
O que serei amanhã.
Sempre estive em plena transformação
Em busca de um Eu com pernas fortes,
Mas toda transformação gera resistência
Em alguma parte rebelde em mim,
Resistência que impele a luta,
O novo Eu contra o velho Eu arraigado
E essa escaramuça começou
Desde que vi a luz do meio dia,
A luz reta sem sombra
Que revelou meu Eu nu,
Cambaleante com pernas bambas…
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