Não sei há quanto tempo
Andamos de mãos dadas entre estrelas…
Mas sinto que há muito tempo
Teus olhos cruzaram com os meus
N’algum canto do universo.
Desde então muitas outras vezes juntos
Vivemos unidos da juventude a velhice,
Na qual sentimos a gravidade sugar nossa pele
Enquanto o tempo
Tingia de prata nossos cabelos,
Tanto na terra quanto noutros lugares,
Noutras dimensões, juntos, inseparáveis
Até que e a morte – esse arauto do fim do caminho-
Inúmeras vezes nos separou,
Em um até breve, no beijo de despedida
Tão seguro, quanto a certeza
De que o sol sempre vem           
Aquecer o corpo, a alma
Dos que ficam, enquanto partimos…
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