Sou aquele menino,
Que num determinado momento
Foi capturado junto com um instante do tempo
E hoje está preso na moldura de um quadro
Na parede de uma casa abandonada,
Pois, seus donos já estão mortos.
Meu desatino sonha em mergulhar
Nesse quadro e abraçar
O menino da fotografia
E por lá ficar,
Pois, a infância é algo
Que o tempo não deveria ter o direito
De nos roubar…
Quem sabe lá encontraria todos vivos,
Todos que o tempo foi levando
Sem licença e sem aviso;
Queria ser fotografia, parar o tempo

E nadar nas fotos de sua galeria.

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