É madrugada e o sono não veio,
Abandonou mais uma vez minha cama
No altar da noite,
Sem pudor, sem receio…
Lá fora impera o silêncio assustador
Das ruas escuras e vazias,
Ruas que durante o dia
Mesmo cheias de gente permanecem vazias,
Vazias, pois as pessoas não estarão nelas,
Mesmo estando…
Aqui, agora a insônia me atormenta,
Ligo a tevê, caminho pelo apartamento,
Nada acalma minha alma.
Já é madrugada e o sono não veio,
Mil ideias brigam entre si
Em minha conturbada mente,
Escrever! Isso sim me acalma,
Apanho uma caneta e um velho caderno
E como água de uma cachoeira,
Letras caem sobre o papel,
O sono se aproxima, mas já é quase dia
E o sol desenha seus primeiros raios no arrebol.
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