Rios, pedras e homens

Felizes são os rios
Que tendo fome por sal
Desaguam todos no mar
No qual se confundem nas águas,
Ninguém mais os pode achar.
Tristes são as pedras
Que não saem do lugar
A mercê da chuva
Do Sol e do ar.
Infeliz é o homem
Que navega e explora mares e rios,
Carrega pedras sem valor
Além da própria cruz,
Girando em torno de si,
Mas ainda não encontrou
A própria paz.
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